quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

In Treatment: Be Tipul - Vídeos


Bem In Treatment é baseada  em Be Tipul e não achei muita coisa sobre esta série o que encontrei foi uns vídeos do criador falando sobre a série acho que fale a pena dar uma olhada:

Achei tamém o site oficial da série tem a música de abertura é bem legal: http://go.walla.co.il/betipul/index2.html


O vídeo é dividido em 6 parte:

*Parte 1:



*Parte 2:


*Parte 3:


*Parte 4:


*Parte 5:


*Parte 6:

In Treatment: Relação de Paul e Gina


Paul Weston liga pra Dra. Gina Toll na primeira temporada e marca com ela sexta-feira ás 19:00h. Então assim teremos a relação deles volta, depois de oito anos. Na verdade a volta dele é bem confusa, já na primeira vez que ele chega na casa dela para se encontrar com ela, ele senta na cadeira dela. Qual será a real intenção dessa volta?  

Paul procurou Gina devido um incomodo de estar perdendo a paciência com seus pacientes, tem sessões em que ele não consegue se conter e explode "Alguns dias só quero trancar a porta e desejar que todos fossem embora".  Um exemplo dessa falta de paciência que gera a explosão foi numa sessão com casal Jake e Amy: Jake colocou Paul em um bico de sinuca perguntando a ele se eles (o casal) deveriam ou não fazer o aborto. Paul respondeu nervoso (gritando) que sim!

Eles tiveram dificuldade no início na hora de estabelecer qual papel que Paul designou para Gina. Ela ficou confusa se ele tinha a procurada para pedir uma direção ou conversar como uma amiga ou supervisionar-lo de novo.


Ele a procurou na semana que a Laura disse que o amava. Ele dizia que sentia culpa e ela perguntou se a culpa que ele sente com os pacientes na verdade se refere a se sentir culpado por uma paciente em particular (Laura). O que trás a tona a historia da família de Paul.

Desde primeira sessão ela afirma com todas as letras que ele precisava de ajuda profissional em relação a Laura. Ele resistente dizia que não, mas a ida dele á Gina foi um pedido de ajuda.  Ela chegou a perguntar se houve algum contato físico entre eles. O que o chocou. Em uma das sessões Paul usou uma metáfora em que deixou implícito que Gina era para ele como uma enfermeira é para o médico a fim de que não o deixe cruzar a linha da ética.

Depois de quase 10 anos que Paul e Gina não se viam pois na última vez em que estiveram juntos ele ficou tão bravo com ela, que nem sequer apareceu no funeral do David, falecido marido de Gina. Ela disse que pensou: "Deve estar muito bravo, nem sequer veio ao funeral de David". Depois na segunda temporada o pai de Paul morre e ela é quem não aparece.

Paul acusa Gina constantemente de que interferiu na sua aprendizagem, ao invés de ser guia e ela concorda interferiu sim, mas como supervisora e ela tinha que tomar uma atitude e decidiu interferir. Ele se mostra sempre inseguro e sempre necessitado da aceitação dela. Paul referia que Gina pensava dele: "Oh, lá vem ele de novo. Paul, a fraude".


Paul às vezes só vê o que quer vê, assim como todos nós e foi assim a relação dele com Gina. Ele criou uma versão da Gina, ela mesma diz: "Depois de todos esses anos Paul você não me conhece". Ele diz que ela é fria a chama de aranha diz que ela é fria, distante, reservada ou muito objetiva. Mas na verdade ela é muito emocional, impulsiva que precisa se controlar, se comprometo de corpo e alma com suas coisas, com muita paixão e fica completamente aberta. Dá para perceber como ela trata Paul ele sempre provocando ela. E ela sempre ali com ele se controlando tentando não se deixar levar e não ser capaz de pensar, não ser capaz de analisar ou de fazer seu trabalho. Em uma sessão ela brigou com ele e disse para ele não comparar a vida dele com a dela e deixe de usar Charlie contra ela.

Apesar de Paul acusar constantemente Gina de ela não acreditar que um amor possa surgir no consultório de um terapeuta. Ela disse numas das sessões com ele: “O amor é mais forte que qualquer regra” e encorajou Paul a ir atrás de Laura.

Paul declarou que a diferença entre eles era que ele se preocupava com os pacientes, ele se coloca à disposição deles e ela apenas os analisa.


Quando ele era estagiário de Gina a ela escreveu uma carta que ele ficou com ele no bolso durante meses (como diz Lacan o esquizofrênico guarda seu objeto de gozo no bolso, não to dizendo que nosso querido e amado terapeuta Paul é esquizofrênico mas essa frase de Lacan fica bem aqui).  Ele falou um pedaço que dizia: "Os pacientes consideravam positivas, suas sessões com o Paul. Contudo, tornou-se claro que Paul alimentava às suas expectativas. E sua forma de fazer
terapia é errada, por causa de seu desejo de agradar..." para ele Gina tinha escrito "Ele é uma merda de terapeuta". Mas  ela retrucou e disse que ele que era um dos mais brilhantes estudantes. 

 














Devido essa carta Paul não pode ser o diretor do Instituto pessoas como Walker e Jeffries que eram membros do conselho concordavam que ele deveria ser o diretor, mas pelo que Gina escreveu ele não foi escolhido. Ela afirmava que era uma opinião profissional e que ele ficava furioso ao receber críticas e as entendia como pessoal, que para soou como um reflexo de rejeição anterior, como de um filho que sente que desapontou o seu pai, que sente que não estava à altura das expectativas do pai.

Gina chegou a declara que foi insolência na época do instituto escrevendo esta carta. Na verdade não sei se ela falou isso com a intenção de deixa Paul seguro a fim de expressar seus sentimentos por Laura essa cena foi muitooo legal, é a cena em que ele assume que ama Laura:

Gina: Mas não farei isso dessa vez, não rejeitarei você. Isso não quer dizer que o deixarei fazer algo do qual se arrependerá, pelo o resto de sua vida. Não sem lutar com você  de todas as maneiras. Se é segurança que precisa, então paramos aqui. Isso porque quero que saiba, o quão longe estou disposta a ir. O que quer que me conte, estou aqui para você. Não abandonarei você. Não importa o que aconteça. Estou aqui.

Paul: Eu amo a Laura. Tudo o que ela diz, tudo o que faz. Adoro conversar com ela. Ouvi-la.  Sei que parece uma piada, um clichê. Um homem de 50 anos, casado, apaixonado por uma jovem de 30. Mas quero estar com ela. E não me importa o que signifique. Não me importo com o que me custará. Não me importo.

Já na primeira temporada Gina fala para Paul que está escrevendo um livro e durante a terapia dele ele afirma constantemente que ela irá escrever no livro sobre ele. Este livro só ficará pronto e será lido por Paul na terceira temporada em que Paul não está em contato com ela. 

Uma coisa interessante que aconteceu na relação de Paul com Gina e com Adele depois: Paul numa sessão com paciente ele conta essa história: “Lembro-me que tive um paciente que vinha aqui no consultório e antes de cada sessão dizia: "Espere." E aí ele tomava uma pílula. Como um ritual. Acho que no caso dele em particular o que queria me mostrar era seu tormento e sua dor”. Essa história contada por ele retrata o que ele fez com Gina e Adele porque com ambas ele levou remédio, pediu remédio e demonstrou está sentindo dor.  Num episódio Paul leva remédio para a terapia com Gina e durante a sessão ele disse que se sentia pressionado por ela e ela disse: “Talvez por isso que esteja tomando remédios, para se proteger de mim”. 


Paul insultava Gina várias vezes e em um episódio ela foi fala com sobre isso: 

Gina: Semana passada me chamou de aranha sonolenta, a espreita.
Paul: Sentiu-se insultada com isso?
Gina: Não.
Paul: Retiro o que disse. Você não é sonolenta.
Os dois riem. 

*Fotos:


 

In Treatment: 1° Temporada


Elenco de coadjuvante:

- Julia Campbell como Olívia (a mãe de Sophie).
- Peter Horton como James (o pai de Sophie).
- Glynn Turman como Sr. Alex (pai de Alex).

Paul atende seus pacientes num escritório privado ao lado de sua casa, há interligação interna entre os cômodos. Durante esta temporada, os episódios exibido em seus dias homônimo da semana. A casa de Paul é em Arlington, Baltimore.


Paul e Laura


A relação de Laura e Paul se torna mais complexa e difícil de controlar depois que ela confessa seu amor por ele e Paul se ver lutando contra seu amor por ela. Nessa luta ele tem a ajuda de Gina sua antiga supervisora e nas sessões com ela emergem assuntos passados mal resolvidos entre eles. Devido seu sentimento por Laura ele propõe acabar com a terapia com a desculpa de que Laura não quer que ele a trate como terapeuta, mas como namorado e isso não ajudaria na terapia dela e contando também que ela estava se sentindo muito humilhada por não ter seu amor correspondido. No meio da temporada Laura decide acabar com sua terapia com Paul, mas ela pede só mais uma sessão porque seu pai está doente e quer conversar com alguém e neste episódio Paul se declara para ela, mas ela não acredita e acha que ele está a testando. Alex sofre um acidente, mas Paul achar que ele se matou, e no funeral eles se encontram de novo. Gina "dá o seu aval" para Paul ir atrás de Laura e ele liga para ela e vai a casa dela acabando com todas as chances do casamento dele com Kate voltar. Mas um ataque de pânico o impediu de ir para cama com ela.


Paul e Gina


Gina e Paul tentam ajudar Paul a lutar contra a contra-transferência que ele está tendo com Laura, no seu casamento com Kate que está por um fio. Mas nos encontros entre emergem assuntos do passado mal resolvidos. 


Alex piloto que luta contra os sentimentos que o assombra depois de completar uma missão que resultou na morte de várias crianças iraquianas. É sempre muito agressivo com Paul e o desafia a cada sessão em uma ocasião ele se encontra com Laura e eles desenvolvem um breve romance. Alex chega ao ponto máximo  de insatisfação consigo e ataque o Paul numa sessão falando segredos da família dele e da situação dele com Laura, o que deixa Paul irritado ao ponto de quase bater em Alex. Quem tempos depois  decide encerrar com a terapia e retorna para o exercício militar. Durante um exercício de treinamento Alex é morto para os militares foi um acidente, mas para Paul foi suicídio o que o atormenta.



Funeral de Alex: Paul, Pai de Alex e Laura


Sophie é uma adolescente que sofre um acidente quase fatal e durante as sessões Paul consegue ganhar a confiança dela e ajudá-la no que ela está passando na relação com sua mãe, com seu pai e com seu treinador. 

Jake e Amy o motivo a principio foi o debate sobre o aborto mas depois se desenrola uma discussão sobre o relacionamento deles se eles deviam continuar juntos ou não. Amy vive um aborto e o casal continua a terapia. No fim ela e Jake decidem terminar o tumultuado casamento.

Paul Weston



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

In Treatment: Blair Underwood/Alex


Blair Underwood nasceu em 25 de agosto de 1964 é casado com Desiree da Costa com quem tem três filhos. Fez diversos papeis marcantes dentre estes podemos citar o professor em The New Adventures of Old Christine. 



Underwood é Alex que é um piloto fuzileiro. Ele pesquisou para achar o melhor terapeuta e encontrou Paul. Alex tinha uma missão na marinha americana e ele atingiu um alvo nos subúrbios de Bagdá. A inteligência da marinha identificou o alvo como um esconderijo de rebeldes. Um armazém, mas era uma madrasa, ou seja, uma escola religiosa islâmica com garotos estudando o alcorão e dezesseis deles morreram. Ele se considera: "O assassino de uma madrasa". E depois disso a foto dele está em sites fundamentalistas e colocaram um preço pela cabeça dele.

Ele adora correr era corredor no colegial. Ele corria com um amigo gay, Daniel que é recém formado em medicina. Eles correram 35 quilômetros e Alex teve um ataque cardíaco e quase morreu e quando ele estava tendo o ataque se lembrou de uma historia:

“Foi uma coisa que minha avó me disse quando eu estava no colegial. Ela disse, que quando o vovô morreu, o encontrou deitado nu na banheira com uma ereção e tanto. Ele tinha 92 anos de idade. Ela não via uma ereção assim fazia 20 anos. Ela gostou. E disse que era o último presente de Deus para um homem "A ereção do homem morto." Chamam isso de "Angel Lust." 

Sua mãe morreu ela era pianista e estudou na Academia de Música, seu pai ainda vive e menos de um ano da morte da mãe dele seu pai encontrou outra mulher e se casou. Alex disse em que a morte de sua mãe foi o evento mais traumático da vida dele. Tem um irmão que é agente imobiliário. É casado com Michaela que é professora numa faculdade de comunicações, mas ele se separou dela. Tem um filho Roy de 11 anos.


Ele se preocupa sempre com o que é o melhor e voltou para o Iraque para ver o local onde acertou e disse que um senhor o reconheceu. Para Paul Alex diz para ele que só virá para a terapia sob as condições dele e qualquer coisa que ele não gostar, vai deixar de lado. E ele está pedindo para Paul que ele aceite a responsabilidade para as grandes decisões que ele tomar. Paul estava certíssimos quando pensou isso porque quando ele sofre o “acidente” Paul que levou a culpa segundo o pai de Alex. Ele gosta muito de café então comprou para paul Uma máquina de expresso "Pasquini Livia" num leião na internet.

O pai dele matou o pai dele com as próprias mãos:

“Meio dos anos 50 em Jim Crow, Oklahoma. Meu pai irritou alguns trabalhadores de uma fábrica tentando conseguir vagas para trabalhadores negros. Tentaram ameaçá-lo, mas meu pai não recuou. Ele é um rígido filho da puta, reconheço isso. De qualquer forma, a coisa toda se agravou. essas pessoas encapuzadas atacaram sua casa. Meu tio Ronnie estava na varanda, com um rifle. Atiraram nele. Atiraram em minha tia Jeannie também. E entraram. Meu pai pegou o resto da família, correram escada abaixo para a caldeira, no porão. Do lado da caldeira, eles se esconderam em um quarto oculto. Meu avô, o pai dele, estava muito doente. Morrendo de câncer pulmonar. E ele tinha essa ofegante tosse dos infernos. Então meu pai pôs as mãos por cima da boca e nariz e manteve ali enquanto eles vasculhavam o porão, ele apertava bem. Então quando foram embora, meu avô estava morto. Ele sufocou”. 


Paul ficou nervoso com Alex diversas vezes, pois ele era muito agressivo e disse: “você entra aqui com todo esse ódio, esse ressentimento, essa inveja, essa raiva reprimida, por ele. Vem até aqui e desconta tudo isso em mim”.
 Alex e Laura: Um dia Alex chega ao consultório de Paul adiantado por engano, o que é estranho, porque Alex é um militar perfeccionista. Mas ele disse que esqueceu que dia era e se encontrou com Laura com quem teve um caso. Ele descreveu Laura para Paul: “Ela tem esse o jeito que olha para você. É como esse tivesse algo de feroz nela. Sei lá, ela tem esse olhar como se estivesse acostumada a fazer tudo do seu jeito”. Numa sessão com Paul, Alex conta:

“Sábado, depois que transamos, ela subiu nas minhas pernas. Começou a se esfregar em mim, como se eu nem estivesse lá. Era óbvio que ela estava fantasiando sobre outra pessoa. E então, ela começou a chorar. Com lágrimas e tudo. Ela estava chorando e perguntei: "Laura, o que houve? Está tudo bem?”. Ela nem sequer olhou para mim. Nem sequer me respondeu, como se eu fosse apenas um boneco inflável”.

Com certeza  ela estava pensando em Paul e isso deixou Paul nervosíssimo no fim da sessão. 


Paul quase agrediu Alex durante a terapia, primeiro Paul pensou está reagindo por causa da Kate que bateu na porta durante a sessão quando voltou de Roma, mas na verdade ele estava reagindo por causa de Laura. Alex fez uma investigação sobre a Kate e o pai dele. Ele sabia que Kate estava na Itália com outro homem e jogou isso na minha de Paul.

Alex (1x27) chegou a confessar que se acha gay contou sobre seu amigo Daniel e o parceiro dele Sean. Paul começou a perguntar sobre a relação dele com o pai quando era pequeno, ele contou que foi agredido por um assaltante, quando tinha 11 anos, que roubou seu tênis e meias e quando contou para seu pai o acontecido ele começou a chorar e seu pai o fez andar descalço o dia e o fez entrar na aula de defesa pessoal. Neste episódio ele chorou do e lado de fora do escritório do Paul que o esperou dentro do consultório. Alex pede para parar a terapia porque estava sendo demais pra ele, e falou que ia voltar a voar, mas, Paul falou que não concordava que ele estivesse preparado para voltar a voar.



Alex falou que voltaria para treinar novos pilotos (1x32), mas Paul continua firme afirmando que ele não deveria voltar a voar. Paul quis conversar com ele sobre o estar pronto para voar, mas Alex não quis discutir e queria que ele só falasse coisas boas dele para marinha, e no final da sessão Alex implorou para Paul dar a concessão pra ele voar. Ficou entendido que Paul daria permissão para Alex voa, apesar de não concordar.  O episódio 1x36 é o enterro de Alex, cnhecemos a mãe de Alex, a sua esposa e seua amigo tão comentado Daniel; vemos Paul e Laura numa relação fora do set terapeutico.


Daniel e Sean

Paul e Laura no enterro conversando

Michelle, Pai e Mãe de Alex

Foto de Alex no enterro

Filho de Alex Roy, de 9 anos


*Sites sobre Blair:

*Fotos:





 

In Treatment: Melissa George/Laura


Melissa George nasceu em Perth, Austrália, no dia 6 de Agosto de 1976. Era casada com Cláudio Dabed e vivia com sua enteada Martin Dabed. Em 2011 encontra-se separada do seu marido Dabed e namora Russell Simmons. Melissa foi campeã nacional de patinação na austrália e participou do Campeonato Nacional de Patinação em 1989 e 1990, conquistou medalha de bronze. Também ganhou uma medalha de prata no Campeonato Mundial Junior de 1991. Fez participações em séries como: Charmed, Alias, Friends, Lie to Me, Grey's Anatomy e In Treatment. Em filmes ela atuou em diversos: Dark City (1998), The Limey (1999), Mulholland Drive (2001), The Amityville Horror (2005),Turistas (2006), 30 Days of Night (2007) e Triangle (2009)

Melissa com Martin Dabed                                 Melissa com  Russell Simmons

Melissa é Laura em In Treatment é cliente de Paul que possui uma transferência erótica para com ele. É médica anestesiologista. É uma mulher jovem de 30 anos solteira e sedutora. Tem um irmão Oliver, sua mãe faleceu de câncer quando ela tinha 15 anos e seu pai ainda vive. Tinha um namorado Andrew.

A mãe de Laura costumava fazer tortas de queijo bem macias com cheiro delicioso toda sexta-feira à tarde e depois dela brincar com seus amigos ela ia para casa com aquele cheiro. E depois que ela adoeceu parou de cozinhar. Odeia omelete não tudo o que leva ovo, mas principalmente omelete porque era isso o que ela e o pai dela comiam durante um ano após a morte da mão dela.

No verão depois da morte de sua mãe, Laura junto com seu pai foi morar com David e Célia um casal amigo dele que moravam em São Diego que não tinham filhos. David era muito gentil com ela costumava levá-la para acampar, surfar e ela começou a se sentir atraída por ele; para ela ele parecia com o Nick Nolte. Ele era um refúgio para ela, desde que seu pai ficou depressivo e triste devido à morte da mãe dela. Para Paul esta situação de uma filha cuidar do pai doente é antinatural, ou seja, uma versão invertida de como deve ser, como uma espécie de morte, em que um filho toma o papel de pai.
Nick Nolte

Ela viu David seis meses depois do verão ele foi para Washington devido ao trabalho. Às vezes ele dormia na casa deles apesar de ter um quarto no Hay Adams. Era um David diferente do que ela descreveu no verão aquele de óculos de sol, filtro solar e prancha de surf. Agora era advogado de terno e gravata com um corte de cabelo caro e uma barriguinha de meia idade.

Foi com ele que ela primeira vez dela. Ela diz que o seduziu como Lolita seduziu Humbert Humbert, ela contou como foi a primeira vez deles:

“Um dia ele veio para o jantar e meu pai estava no trabalho nos sentamos na varanda eu estava pintando as unhas do pé. Ele deixou claro que estava tendo problemas com a Célia. Estávamos sentados no balanço da varanda, eu estava de um lado e ele do outro; apoiei minhas pernas sobre as dele para secar as unhas e ele começou a fazer  perguntas sobre mim sobre o que eu pensava e comecei a falar sobre os Red Hot Chili Peppers e comecei a cantar em voz alta: "I don't ever wanna feel like I did that day." David cantou comigo e cantávamos muito mal e gritávamos e senti a ereção dele debaixo do meu pé. Estávamos apenas nos balançando e o ritmo começou a tomar conta de nós e comecei a roçá-lo com meu pé. Apesar de nunca ter tido feito isso antes. Usava uma saia de florzinhas ele afastou minha saia com os dedos seus dedos começaram a subir cada vez mais, depois vimos o Volvo do meu pai chegar por isso fomos ajudá-lo com as compras, e lembro-me de ter rido muito, porque ele pôs as sacolas na frente de sua ereção. Começamos a rir, como adolescentes. Ele dormiu lá naquela noite, no quarto do Oliver (ele dormia na Faculdade nessa época).

De madrugada levantei-me, porque não conseguia dormir e fui pelo corredor da casa o quarto do Oliver ficava nos fundos da casa e vi a luz acesa. A porta estava aberta e ele me esperava. Fizemos amor, foi lindo e durante os dois meses em que ficou na cidade, fizemos amor quase todos os dias geralmente pela manhã quando o meu pai trabalhava. Às vezes até à tarde quando ele não tivesse que ir ao tribunal matava aula e algumas vezes fui ao seu hotel luxuoso. Senti-me adulta e importante andando com os sapatos de salto da minha mãe". 

Laura contou para seu pai sobre David e ele falou "Já imaginava”. Perguntou se isso tinha continuado depois, e ela disse que não foi algo passageiro e que não aconteceu com ela. Ela declarou em uma sessão que não queria ter transado com ele, mas queria que ele a levasse para longe daquela casa que estava de luto (“aonde a morte pairava”) por lá.
 



Laura e Alex: Laura teve um caso com um paciente de Paul o Alex, o piloto. Depois da sessão que Paul tentava conversa com ela sobre a possibilidade de parar a terapia. Quando ela sai encontra com ele, ela teve relações com Alex e contou cada detalhes vívidos e explícitos para Paul numa sessão durante meia hora, falando do que gostou, do que não gostou, do que ele gostou, o que ela fez, o que ele fez. Numa sessão com Paul, Alex conta: 

“Sábado, depois que transamos, ela subiu nas minhas pernas. Começou a se esfregar em mim, como se eu nem estivesse lá. Era óbvio que ela estava fantasiando sobre outra pessoa. E então, ela começou a chorar. Com lágrimas e tudo. Ela estava chorando e perguntei: "Laura, o que houve? Está tudo bem?”. Ela nem sequer olhou para mim. Nem sequer me respondeu, como se eu fosse apenas um boneco inflável”.

Com certeza  ela estava pensando em Paul e isso deixou Paul nervosíssimo no fim da sessão. 





* A música que Laura contou com David do Red Hot Chili Peppers e comecei a cantar em voz alta: "I don't ever wanna feel like I did that day" se chama Under The Bridge:

- Links
           da letra:  
http://letras.terra.com.br/red-hot-chili-peppers/32739/
           da cifra:  
http://www.cifraclub.com.br/red-hot-chili-peppers/under-the-bridge/
           do clip da música: 
http://www.youtube.com/watch?v=GLvohMXgcBo&feature=player_embedded

In Treatment: Relação Paul e Laura



Laura diz que ama Paul no primeiro episódio. Ele lutou consigo mesmo durante episódios para não acreditar que ele também gostava dela. Paul queria que Laura entendesse e eles pudessem superar a transferência e poder lidar com qualquer atração que surgir entre eles sem prejudicar a terapia. Mas ele não conseguiu e acabou se apaixonando por ela (contra-transferência).

Gina alertou Paul sobre Laura: "Se fossem diagnosticar terapeutas cujos matrimônios acabaram quantos casos de transferência erótica encontrariam? às vezes a transferência é um teste de sua vida conjugal. Se um terapeuta não consegue lidar com uma situação onde sua paciente se apaixona por ele pode indicar algum transtorno em sua vida privada.”

Paul quando estava numa sessão com a Gina citando uma briga com Kate ele troca dela pelo da Laura (é o famoso ato falho).

Teve uma sessão em que Laura chorou e Paul revelou que ficou comovido de vê-la amolecer daquele jeito. E naquele momento ele teve vontade jogar tudo por e ficar com ela, ele assume que é muito difícil ficar sozinho com ela. 


Gina definiu a relação de Paul e Laura: “Laura não é um objeto sexual para Paul. O relacionamento deles não é baseado nisso é mais modesto. Ela não é a fantasia sexual dele não se trata de desejo sexual. A ameaça real é que ele pode ter se apaixonado por ela de verdade. O passado de Paul indica a maneira como se comporta em relação à Laura, está procurando uma mulher jovem à qual acrescente algo que o admire assim como Kate fazia. Mas isso também o faz ir de encontro com o que aconteceu com o seu pai e isso o deixa apavorado”(episódio 1x30).
Quando Laura contou para Paul que gostava dele ela tinha duas cenas na cabeça sobre o que aconteceria depois:

“No primeiro você se levanta e me abraça e você diz: Eu também te amo, Laura. Tenho me sentido assim há um bom tempo só queria que você dissesse isso primeiro e então nós faríamos amor. E o segundo cenário é como o primeiro, mas sem o sexo nós apenas nos sentamos juntos”. 


Pra mim o episódio mais tenso entre eles foi o 1x21. Paul já tinha declara do em voz alta para si e para Gina que amava Laura e ele sabe que ela o ama de verdade não só baseado nas delaclações dela, mas também por Alex pois ele relatou numa sessão que sentia que ela estava totalmente apaixanoda por outro cara. E o abraço deles no final da sessão foi bem tenso para Paul como homem se segurar.


No episódio 1x26 Paul se declara para Laura e é importante lembrar que ela se declara no primeiro episódio:

Paul: Estou mesmo feliz que tenha ligado.
Laura: Sério? Sentiu saudades de mim?
Paul:  Sim, senti.
Laura: Mesmo depois da saída dramática da semana passada?
Paul: Sim. Acho que a perspectiva de não vê-la mais meio que me assustou.
Laura: Perder um paciente é tão ruim assim?
Paul: Perder você é ruim. Se sente incomodada por eu ter dito isso?
Laura: Para ser sincera não acredito em você.
Paul: É a verdade, Laura. Acho que está na hora de você saber.
Laura: Saber o que?
Paul: Que tenho sentimentos profundos por você. Penso em você o tempo todo. Sinto mesmo saudades, às vezes. Não, não só às vezes. Freqüentemente.
Laura: E agora? Se eu disser sim, então o que irá acontecer?

No episódio 1x43 Paul decide ver Laura na casa dela e falar que ama ela, não se viam desde o funeral do Alex fazia então duas semanas. Quando ele estava na casa dela ele recebe uma ligação de sua filha Rosie, acho que foi um fator importante para o desfecho a relação Laura e Paul. Eles conversam, ela fala que está frustrada com ele e não sabe o que é para ele, pois não são amantes, não são namorados e não são paciente - terapeuta, então o que são? Paul propôs decidir o que eles são. Durante a conversa deles ele tenta explica o que ela está sentindo, mas ela o repreende dizendo: “Não explique o que estou sentindo. Não precisa me dizer o que estou pensando”. Ela dá um ultimato a Paul dizendo: “Não quero mais apenas viver o momento. Quero que dure. Não quero ser o consolo de um casamento que esfriou ou para o trabalho que virou rotina. Você não quer isso de verdade, quer Paul?". E ele diz: "Quero".

Laura sai da sala aonde eles estavam e vai para o quarto e Paul depois de um tempo vai atrás dela e ele chega no quarto ela tira a blusa. Mas ele não consegui fazer nada com ela pois teve um ataque de ansiedade. Ele se sentia sufocado, o coração disparou e se encharcou de suor (clássico ataque de pânico). Acabou dando o fora de lá mais rápido que pude.


Segundo Gina ele sabotou a si mesmo. Os conceitos pessoais, profissionais e morais de Paul o impediram de se magoar e de magoar Laura. Para eles a terapia dela foi um sucesso.

É importante lembrar que todas as vezes que eles conversavam Paul contava uma história que dizia Laura eu gosto de você mais vai embora isso é errado como a historia da professora, a do pai dele.  

A primeira temporada termina com Paul e Gina conversando:

Paul: Ela podia ter sido o último amor da minha vida e a deixei partir. O que restou para mim agora, Gina?
Gina: Teremos que discutir isso.



Como Laura ver Paul (versão Paul contando para Gina): “ela vê um homem, muito mais velho do que ela. Um homem forte, autoritário. Pensa que se pudesse aproximar-se dele talvez pudesse apanhar um pouco de sua força. Mas ao mesmo tempo espera que ele a desaponte porque, inevitavelmente essa é sua história com os homens. Acha que não estarei interessado nela, a não ser sexualmente. Associa o interesse por ela com o sexo. Para ela o sexo é uma moeda que usa para pagar pela proteção emotiva dos homens. Acha que sou um covarde, o que é um pouco decepcionante. Acha que estou completamente apaixonado por ela, que acho o resto dos meus pacientes uma porcaria, e que mal posso esperar pela sessão que terei com ela. Suponho que me acha atraente. 

Como Paul ver Laura (versão Paul contando para Gina): “Histérica, alterada, desordenada. Tem 30 anos. Ela é linda. Lindo sorriso, sedutora, muito astuta, muito inteligente. Tem essa risada que sai naturalmente, vem do nada, como um cavalo galopando. Podia dizer que é inocente, vulnerável o que me faz querer abraçá-la. Está fascinada por sexo. Bem, pelo poder do sexo. Como se fosse uma adolescente, que acabou de descobrir. Sempre faz menções a intensas experiências sexuais que às vezes são muito poéticas”.

Como Kate ver Laura (ela descreveu Laura na terapia de casal com Paul para Gina): Ela é uma mulher cheia de desejo sexual, usando sapatos de salto às dez da manhã. Tem uma beleza estonteante, é muito jovem, tem um olhar traiçoeiro, indiferente e frio, um ar de autoconfiança o que é obviamente uma grande mentira. Ela é tão falsa, é o tipo de mulher que sempre consegue o homem que quer. Uma mulher como essa sempre foi a fantasia dele. Maravilhosa, independente, inatingível. Ela é só sexo, o sexo é uma coisa que a controla que determina a distância entre ela e outra pessoa (episódio 1x30). 

Como Laura ver Paul (ela descreveu numa sessão com Paul) “Pensei que você estava morto e por baixo deste profissional existe um homem cuja vida parou. Desejei tê-lo em minhas mãos para você voltar a viver. O vejo você Paul do jeito que é suas imperfeições que não está bem consigo mesmo, nem com sua profissão, nem com quem se tornou. Não sei muito sobre sua vida, mas acho que não é feliz você parece impaciente e perdido. Você está carente, e sei bem reconhecer carência. E o quero do jeito que é. Perdido, impaciente, carente, casca dura e tudo mais”.




Explicando a relação terapêutica entre Paul e Laura
  
Bico de sinuca - Cena 1


*Fotos:






 
Laura e Paul no enterro de Alex

Episódio em que Kate ver Laura saindo do escritório de Paul
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