quinta-feira, 31 de março de 2011

O corpo também fala - Parte 1 - In Treatment: Paul

Essa seção mostra a vocês como o corpo também fala, ou seja, expressa o que a pessoa sente. Irei começar com a série In Treatment focando no personagem Dr. Paul Weston (Gabriel Byrne):


Essa é a expressão clássica de Paul



Essa foto mostra algo bem legal que é os movimentos da mão de Paul, eu peguei em algum lugar da net

Paul sofrendo

segunda-feira, 28 de março de 2011

Amy Ryan entrevista para Collider



Post in: Collider

Amy Ryan tem trabalhado muito ultimamente atuando no seriado The Office sendo Holly Linho que fica noiva de Michael Scott (Steve Carell), em In Treatment sendo Adele e no filme muito elogiado “Win Win”.

Em Win Win, Ryan é Jackie Flaherty a esposa Mike Flaherty (interpretado por seu colega Paul Giamatti), um advogado e falido, cuja situação ainda piora quando seu único hobby, treinar o time de luta-livre da escola, revela-se infrutífero. Isso até Kyle (Alex Shaffer) aparecer. O jovem, que está praticamente fugindo de sua mãe viciada em drogas, tem talento  para o esporte a pode mudar toda a história. Mas, claro, a mãe do menino chega inesperadamente e pode pôr tudo a perder.



Clique aqui para ouvir o áudio da entrevista.

O que você acha sobre o futuro dos personagens? Vai ter outra temporada?

Amy Ryan: Meu compromisso com o programa foi apenas para essa temporada. Não sei se Gabriel renovou o contrato, o que eu sei é que as gravações da série são muito cansativas para ele. Ele é tão brilhante! In Treatment é um grande trabalho para ele, então não sei. (Risos). Em termos de compromisso com a HBO, não tenho certeza se será renovada.

Acho que a terapia não acaba nunca, realmente. Não é assim um dia você vai e ae depois você diz: "Bem, é isso. Você está bem, acabamos! Posso seguir em frente?”

Gostaria de voltar?

RYAN: Hum, eu não sei. Não gosto de pensar nas coisas desse jeito, foi muito bom fazer parte do seriado; não tinha conhecimento sobre a série e quando me chamaram pensei ser uma grande oportunidade. Certamente jamais teria sonhado, em substituir Dianne Wiest em nada. (Risos) Então, foi uma agradável surpresa. É assim que gosto de pensar as coisas, mas com certeza adoraria voltar a trabalhar com Gabriel Byrne, ele é um ator fantástico.

Fiz In Treatment depois de Win Win e muitas das minhas cenas não apenas as com Alex (Shaffer), mas com as crianças foram fantásticas. É uma dinâmica diferente, elas têm necessidades e ritmos diferentes do nosso, como na hora de comer e na hora de dormir. Foi estranho sair desse mundo e de repente sentar como estamos aqui, apenas no dialogo; foi uma incrível mudança de perpectiva a qual dei boas vindas. Um desafio agradável.

Como foi ser um dos telespectadores, porque parece que está indo à terapia. Quero dizer, (ver todos) aqueles (episódios).

RYAN: (Risos) Exatamente. Acho que muitas pessoas erroneamente podem usá-lo como terapia. Como por exemplo: "Oh, eu vejo In Treatment. Estou bem. Eu não preciso de ir ao psicólogo”.

Yeah.

RYAN: Foi bastante complicado, porque as minhas cenas se baseavam no dialogo que teria com ele e havia muitas coisas que gostaria de comentar ou reagir. A relação construída ali era como orquestrar, ou seja, você mostra suas reação ou não? Fala isso ou aquilo? (levanta mão, abaixa a mão, aumenta a intensidade, diminui a intensidade). Tem hora que tenho que mostrar que estou prestando atenção no que ele diz e que estou copilando informação em cada fala. Era bem complicado, mas basta encontrar a musicalidade dele (do paciente, que era Gabriel), ou seja, encontrar a musicalidade dele. Entender o ritmo.

Você já falou que a biologia era sua matéria preferida na escola. Alguns atores falam sobre as diferentes coisas que os inspiram. Você observa os animais no zoológico e utiliza isso para suas atuações? A biologia teve algum um impacto?

RYAN: Na verdade não. (Estoura em risos) Eu estava tentando pensar em alguma coisa enquanto você estava fazendo a pergunta. "Como eu posso dizer alguma coisa inteligente ou que soa inteligente?" (Risos) Mas a verdade é que não, eu admirava minha professora de biologia e gostava de aparecer. Gostava de estar naquela sala, de aprender alguma coisa; como com tudo na vida, a sala de aula exige um pouco de esforço artístico, se você for um bom professor irá inspirar os alunos.

Usei como inspiração para meu trabalho as imagens. Fiquei obcecada pela fotografia de um peixe engolindo um peixe menor e pequenos peixes tinham esse imagem em seus olhos, ele sabia o que estava prestes a acontecer, não sei como eles capturam essa imagem, mas usei ela para a peça de teatro "Saved" de Edward Bond. Diria que a maior inspiração para basear-se é a cidade de Nova York, há pessoas andando de metrô e assistir a todo esse movimento é o melhor professor para se aprender teatro.

uma universidade Carnegie Mellon que fala sobre director-proof, é para os sairem mais para campo depender menos do diretor que, muitas vezes, fica mais preocupado com o lado técnico. Com que freqüência num set de um filme ou de um série de televisão você tem que contar com você mesmo?

RYAN: Isso acontece muito, mas não acho que sou abandonada pelo diretor num set por causa das preocupações com os aspectos técnicos, mas acho realmente que é o meu trabalho. No filme A Troca (Changeling) de Clint Eastwood, ele deixa você ir e fazer a cena e você vai! Ok, ele viu algo? O que é que ele viu? Precisar mudar algo na cena? Precisa regravar? Ele deixa você criar próprio caminho, porque ele confia muito no seu trabalho. Então é melhor você também do set a sua casa! (risos),

Você fez personagens com características bem diferentes, ás vezes um drama outras vezes uma comédia e no Win Win você fez as duas coisas ao mesmo tempo (Ryan risos) e muito impressionantes.

RYAN: Obrigada.

O script foi feito para você? Ou foi o Tom?

RYAN: Foi Tom. Conheço pessoalmente e sou uma grande fã de seus filmes. Ele era um diretor com quem tinha esperança de trabalhar junto. Então, quando ele ligou sabia que se ele me chamasse para algo ia dizer que sim, mas ele disse: "vou te enviar um script, ler e depois me diz o que pensa sobre ele." Eu disse: "Oh, yeah. É claro!" A personagem era uma boa mãe com um bom humor e um forte senso moral. Gostei muito disso. Não sabia que ia ser tão engraçada essa personagem, foi uma agradável surpresa.

Como foi a experiência no Festival de Sundance? Vendo o público pela primeira vez?

RYAN: Foi divertido. É um apoio ver a multidão na festa. É ótimo ouvir um grande grupo em uníssono. Você pensa: (rindo) "Oh, ok, que valeu a pena sair nesse frio as 3 da manhã”. Filmávamos até tarde da noite e é bom saber que seu trabalho é importante para alguém, mesmo que seja para entreter-los ou fazê-los pensar de maneira diferente; isso é uma sensação muito agradável.

*Trailer do filme Win Win:

 
*Fotos:








domingo, 27 de março de 2011

Blue Bloods: Relação Frank e Nicky



É uma relação de avó e neta bem legal. Frank como um homem bem carinhoso não é diferente com Nicky. Ela pede alguns conselhos dele e ele orienta-a em certas situações.



*Algumas cenas deles juntos: 

>Episódio





Nicky: Desculpe, vovô.
Frank: Ei, você tem bons argumentos.
Nicky: Ela me trata como criança.
Frank: Você não está brava com ela porque ela mudou de idéia sobre deixar você ir à cidade.
Nicky: Ninguém mais poderia ir, depois do que aconteceu naquela festa, foi... Ela nunca conversa comigo. Quero dizer, conversar de verdade.
Frank: Seu avô Henry já lhe contou a sua teoria sobre o lado Reilly da família ser emocionalmente constipada?
Nicky: Sabe, aquela noite, quando você estava indo ao baile de gala, ela chorou o caminho inteiro até sua casa, e ela não me contava porque.
Frank: Bem, talvez ela esteja tentando ser forte pra você agora. Sabendo o quão chateada você ficou com o divórcio.
Nicky: Sim. É uma droga.
Frank: Você sabe o que sua mãe estava fazendo aquela noite?
Nicky: Sim. Era a primeira noite dela como Presidenta do Fundo da Criança.
Frank: Sim. Você sabe que sua avó, a mãe dela, era presidenta desse mesmo fundo de caridade antes de morrer? Talvez sua mãe estivesse pensando nela. Sentindo a falta dela.
Nicky: Você estava pensando nela também.
Frank: Eu estava. Mas eu estava tentando ser forte para a sua mãe. Assim como você precisa de sua mãe, sua mãe precisa de você. Para cuidar dela, para entendê-la, e amá-la. A vida não é justa. Mas você pode ser.




>Episódio




Frank:  Nós três fizemos o jantar.
Nicky: Berinjela à milanesa, batata doce, salada de rúcula... E para sobremesa bolinhos recheados. Ao contrário do resto, esses foram comprados.
Erin: Tudo que eu gosto.
Frank: Idéia da Nicky
Erin: Obrigada, amor.
Henry: Vamos, antes que esfrie.
Erin: Nossa, tudo parece delicioso.
Nicky: A berinjela? Mas difícil de fazer do que eu imaginava.
Erin: Pois é, tem que mergulhar no ovo e ir direto pra farinha de trigo?

Eles brindam o momento:
Nicky: À vovó.
Henry:  À vovó.
Erin: À mamãe.
Frank: À Mary.

sábado, 26 de março de 2011

Lie to me: Ask to ...

Olá pessoal,

Lie To Me faz falta e ainda não sabemos se será renovada ou não. Oo. Então resolvi colocar alguns vídeo da fox sobre os personagens, muito legal e engraçado:

*Ask the Producer:




*Ask Tim Roth




*Ask Kelli William:






*Ask Monica Raymun:

  

*Ask Hayley McFarland:



*Ask Brendan Hines:

Musical Spring Awakening




Spring Awakening é um que tem como tema o despertar sexual da adolescência. Conta a história dos amigos de infância Melchior, Wendla, Ilse e Moritz; foca-se mais na vida dos dois primeiros: Melchior Gabor um adolescente ateu que questiona os dogmas vigentes; e de Wendla Bergman que tem uma mãe ortodoxa religiosa que nega-se a dizer como as mulheres ficam grávidas.

Melchior, Wendla, Ilse e Moritz são amigos de infância, mas com o decorrer do tempo foram se separando (com a desculpa de que não tinham tempo para conversar, uma vez que moças e rapazes não podiam estudar juntos). Aos 14 anos, Wendla encontra Melchior e conversam, admitindo por uma música que gostariam ter intimidade física. No dia seguinte, Wendla estava conversando com as suas amigas quando Martha confessa que o seu pai lhe abusa sexualmente.

Wendla encontra Melchior num celeiro se abraçam e sentem algo diferente um pelo o outro - talvez amor? -, e Melchior a beija. Wendla resiste, não entendo o que acontecia, mas se rende diante da declaração apaixonada dele ("Eu escuto o seu coração. Eu escuto a sua respiração em qualquer lugar que vou. Na chuva. No feno. Por favor, por favor, Wendla. Por favor") por também sentir algo por ele. Depois, por uma música, Wendla diz que se sente culpada e não sabe por quê.

Enquanto isso, no centro da cidade, o melhor amigo de Melchior, Moritz, se suicida. No seu funeral todos culpam o seu pai rigoroso pela morte do amigo. No dia seguinte, na escola, encontram entre as coisas de Moritz um ensaio sobre sexo, que Melchior tinha feito para ele há alguns dias. Então colocam a culpa do suicídio em Melchior e ele é expulso da escola. Wendla se torna anêmica, e depois de uma visita ao médico com a sua mãe, descobre que está grávida. Quando a sua mãe lhe confronta, querendo saber quem era o pai, Wendla se nega a dizer, em vingança por ela ter lhe deixado sem "saber dessas coisas", mas a sua mãe lhe flagra escrevendo uma carta apaixonada para Melchior, que quando os seus pais descobrem, o mandam para um internato sem saber da gravidez. Lá, pela carta que Wendla lhe mandara, ele descobre tudo sobre o filho e foge do lugar. Na cidade mostra Ilse com as outras amigas de Wendla lendo uma carta que Melchior mandara dizendo para Wendla encontrar-lhe no cemitério á meia-noite.

No cemitério, enquanto esperava Wendla, Melchior observava o túmulo do melhor amigo e pensava em como criaria o seu filho. Á meia-noite, Wendla não aparece e Melchior estranha o seu atraso. Então, ele percebe uma lápide que não vira antes... Era a sepultura de Wendla Bergman. Ela morrera numa tentativa de aborto que sua mãe lhe obrigara a fazer. Melchior chora e tira uma guilhotina do bolso, pronto para se suicidar, mas no ato os espíritos de Wendla e Melchior sobem de suas respectivas lápides e falam para ele não fazer isso, porque sempre estariam ao seu lado, não importa o que acontecesse. Melchior diz para Wendla que iria viver para recordar de cada momento que tiveram juntos. Liderados por Ilse, o elenco vai ao palco e canta "The Song Of Purple Summer", que fala sobre como cresceram e a esperança.

*Músicas:

     - Do primeiro ato

“Mama Who Bore Me” – Wendla
“Mama Who Bore Me (Reprise)” – Wendla e moças
“All That's Known” – Melchior
“The Bitch of Living” – Moritz, Melchior e rapazes
“My Junk” – Moças e rapazes
“Touch Me” – Moças e rapazes
“The Word of Your Body” – Wendla e Melchior
“The Dark I Know Well” – Martha, Ilse e rapazes
“The Word of Your Body (Reprise #1)” - Otto e Georg (não presente no CD)
“And Then There Were None” – Moritz e rapazes
“The Mirror-Blue Night” – Melchior e rapazes
“I Believe” – Moças e rapazes


   - Do segundo ato

“The Guilty Ones” – Wendla, Melchior, Moças e rapazes
“Don’t Do Sadness/Blue Wind” – Moritz e Ilse
“Left Behind” – Melchior, moças e rapazes
“Totally Fucked” – Melchior e toda companhia (exceto Moritz)
“The Word of Your Body (Reprise #2)” – Hanschen, Ernst, moças e rapazes
“Whispering” – Wendla (& Mechior, que não está presente no CD)
“Those You’ve Known” – Moritz, Wendla e Melchior
“The Song of Purple Summer” – Ilse e toda companhia


*Elenco original:

Melchior – Jonathan Groff
Wendla – Lea Michele
Moritz – John Gallagher, Jr.
Adult Men – Stephen Spinella
Adult Women – Christine Estabrook
Ilse – Lauren Pritchard
Georg/Dieter – Skylar Astin
Martha – Lilli Cooper
Ernst/Reinhold – Gideon Glick
Otto/Ulbrecht – Brian Charles Johnson
Anna – Phoebe Strole
Hanschen/Rupert – Jonathan B. Wright
Thea – Remy Zaken



*Vídeo do  Spring Awakening:


*Teve várias versão em diversos países: 

No Brasil foi chamado de O Despertar da Primavera, foi realizada por Charles Möeller e Claudio Botelho estreou no Rio de Janeiro no dia 21 de agosto de 2009.
 



>Achei um texto no MoellerBotelho que fala sobre o musical, principalmente o brasileiro, acho que vale a pena ler para saber um pouco mais, se você clicar no nome do site ae cima vai ver esse texto na integra e umas fotos do espetáculo:
 
Em 1891, o dramaturgo alemão Frank Wedekind escreveu ‘O Despertar da Primavera’, peça que descortinava o universo de um grupo de adolescentes e tocava em temas como o florescer da sexualidade, o incesto, suicídio e a opressão seja na família, no sistema educacional ou na igreja. Mais de um século depois, Duncan Sheik e Steven Sater inseriram o rock´n´roll na vida daqueles jovens e nasceu, em 2006, a versão musical de ‘O Despertar da Primavera’. A mistura de uma sonoridade contemporânea com um texto clássico recebeu a consagração da crítica norte-americana e oito prêmios Tony, incluindo melhor musical, melhor texto, melhores letra e música. Pouco mais de dois anos após a estreia na Broadway, Charles Möeller e Claudio Botelho dão sua visão sobre o musical, cuja primeira montagem no Brasil chega ao Teatro Villa-Lobos, a partir de 21 de agosto, com produção da Aventura Entretenimento, patrocínio do Bradesco Seguros e Previdência, apoio do Shopping Rio Sul e promoção da MTV.




*Vídeo do Despertar da Primavera:



*Sites sobre Spring Awakening:


*Sites sobre O Despertar da Primavera:



*Cd com as musicas: Cd do Spring Awakening

Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles é o novo filme de Bridget Moynahan

Bridget que interpreta Erin em Blue Bloods estréia nos cinemas brasileiros com o filme Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles. 


 A Batalha de Los Angeles trás um bom elenco composto por: Aaron Eckhart (Batman - O Cavaleiro das Trevas), Michelle Rodriguez (Resident Evil - O Hóspede Maldito), Ramón Rodríguez (Transformers: Revenge of the Fallen), Ne-Yo e outros. E um enredo não tão novo de invasões alienígenas pra mim o gênero dele é Ficção científica e Guerra; porque mostra-se a invasão através do olhar dos fuzileiros navais que são chamados a combatê-los. A principio ele atiram e lutam contra o desconhecido não sabem de onde vêm as balas e em quem estão atirando, mas ao longo do filme descobrem que se trata de alienígenas robôs, não vou ficar contando detalhes do filme não por causa de quem não viu.

Entanto estava vendo o filme até lembrei de Transformers e Skyline – A Invasão, mas acho que é um filme que não trás nada de novo além da beleza da fotografia e dos efeitos especiais; o roteirista do filme é Christopher Bertolini e o diretor é Jonathan Liebesman e foram competentes no trabalho,  mas essa história sobre invasão alienígena esta precisando ser reinventar pois a forma de contá-las nos filme se parecem muito.   

Bridget só aparece no meio do filme, junto com a Michelle Rodriguez. Ela é uma veterinária que ajuda os fuzileiros a encontrar um ponto fraco nos robôs alienígenas para matá-los de forma mais eficaz. 



*Foi realizado um painel no Comic-Con 2010 sobre o filme:


Post in: Omelete

 Foi no Comic-Con 2010 em que foi passado o primeiro trilher sobre o filme e os atores Aaron Eckhart e Michelle Rodriguez falaram um pouco sobre o filme.


*Postes do filme:









*Entrevista com Michelle Rodriguez

 

 

Post in: Omelete
Como você está hoje?
Eu estou ótima, brother.

É engraçado conversar com você desse modo. Eu tento fazer alguma graça nas primeiras perguntas que faço. E a pergunta que eu fiz para todos foi: se você cantasse no karaokê - e nós sabemos que você canta - qual seria a música que você cantaria o tempo todo?
"My Funny Valentine"

Acho que as pessoas ficariam surpresas se soubessem que você arrebenta.
É claro que eu arrebento. É porque eu tenho uma voz bem grave. E a única coisa que eu consigo cantar é jazz.

Acho que você consegue mais. Mas vamos falar do filme e deixar as coisas assim... Eu me diverti muito nesse filme. Quando assina contrato para o papel, você nunca sabe como o filme será no final.
Correto.

Mas quando você finalmente viu o filme como você o comparou com o que achou que seria quando aceitou o papel?
Cara, meu fã-clube, a base geek do meu fã-clube está crescendo. Eu tenho que ser verdadeira e não usar de falsidades. Então, quando encontrei Jonathan pela primera vez, logo perguntei: Como serão esses aliens e como eles entram na história? Como na primeira cena: "Como se atira nesta coisa?". Quando acabou de mostrar isso, também me mostrou um curta que fez com Aaron. Foi assim que ele conseguiu o dinheiro para financiar o filme. Eu comecei a ficar interessada por causa dessa pegada meio documentário do filme. É microcósmico. Você acompanha este pelotão num evento épico e de tamanho apocalíptico. E ao mesmo tempo está focada nas relações das pessoas deste pequeno grupo. E o modo documental, como se fosse filmado em primeira pessoa, me fez ver que não era só um filme que explodia o letreiro de Hollywood e essa coisa épica de... vamos explodir tudo, usar todas as armas grandes, e fazer um grande show de luzes Para mim, isso é só um filme-pipoca, não há nenhum tipo de conteúdo nisso. Quando ele me contou o modo como queria fazer o filme, eu aceitei imediatamente, pois eu sabia que seria fantástico. Porque ele tinha uma visão muito específica de como mostrar isso. Bem no estilo "Falcão Negro em Perigo", com tiro em primeira pessoa.

Você já trabalhou com cineastas fenomenais. Quanto tempo você fica observando e aprendendo tudo o que eles fazem, para o dia que você for dirigir?
Sou uma esponja, cara. Uma esponja.

Então eles são sua inspiração, você quer ser...
Escrever. Eu quero escrever e produzir. Não tenho interesse no grande cargo que é dirigir. Acho que é preciso ter habilidades únicas para se fazer isso e eu não tenho certeza se sou a pessoa certa para isso. Eu sou muito insistente. Então, provavelmente levaria uns 20 anos para eu fazer um filme. Eu levei 10 anos só pra escrever. E olha que foi por isso que eu entrei nesse ramo. Com certeza eu sou muito insistente.

Eu tenho de terminar, mas gostariade saber como foi o treinamento militar e como você se prepara para seus papéis?
Eu dou 150% de mim nas preparações, embora não tenha disciplina na vida real. Então, quando aparece uma oportunidade de aprender disciplina eu me apego a ela. Com essa coisa de treinamento militar, eu tentei dar uma escapada. Era terrível, 45 graus lá fora e eu acordando todo dia às cinco da manhã. Mas para os garotos foi ainda mais difícil, sabe... Eles tiveram que ficar olhando pra cara um do outro o tempo todo e também tiveram que montar a própria tenda e ficar acampados por três semanas. E eles comiam aquelas rações. Aquilo é horrível, cara... Mas eu fiz todas as flexões e agachamentos. Também corria três quilômetros todo dia. Treinar das cinco às cinco da tarde, desmontando armas e montando de novo. Treinamos infiltrações em prédios e tocaias. O treinamento foi útil quando ficamos num calor dos diabos e com 40 quilos de equipamento por quatro longos meses. Entende o que digo? Quatro meses... Caos.

Vendo pelo lado positivo, isso fica incrível na tela.
Sim, esta é a recompensa. Obrigada!

Eu tenho que terminar, mas foi muito bom ver você.
Sim, faz tempo que não te vejo...

 *Entrevista com Aaron Eckhart

 Post in: Omelete


Você passou o dia com a imprensa hoje, o que nunca é fácil, então vou começar com duas perguntas divertidas - ou não, quem sabe? Alguém no Twitter me contou que você também é fotógrafo. Você já fez alguma exposição? As pessoas querem saber...
Ainda não, mas farei. Eu fiz muitos anos de fotografia nas ruas. Eu trago câmeras ao set, e levo câmeras comigo. Por exemplo: no último Natal eu coloquei minhas câmeras no carro, junto com minha prancha de surf, minha bicicleta e fui para o norte surfar, andar de bicicleta e tirar algumas fotos. Eu tenho umas fotos muito interessantes. Eu paro no acostamento e tiro fotos de pessoas e outras coisas... Eu farei uma demonstra...Como é o nome? Demonstração?

Exposição.
Exposição! Um dia... Quero fazer uma daquelas viagens ao Pólo Norte, ou algo assim...

Eu entendo. Essa é uma pergunta mais divertida: Karaokê. Você canta em karaokês? Quais são suas músicas?
Se eu cantasse em karaokês, a música seria "Fat Bottomed Girls", do Queen.

Boa.
Pois é. Essa ficaria legal. Mas eu não cantaria.

Agora você está desistindo... Vamos falar um pouco do filme... Você estava fantástico nele. E falo com sinceridade.
Obrigado.

Quando você finalmente viu o filme, como foi comparar com o que você achou que seria?
Eu fiquei bastante feliz de participar e ver que o filme tinha um estilo de documentário. Nós sentimos que estávamos numa guerra, e eu sei que conseguimos boas cenas. Como vai ser na bilheteria? O que eu sinto das pessoas... elas sentem que é um bom filme, que é divertido. Mas nós demos o sangue por esse filme, cara. Nós realmente demos sangue para tornar o filme real e para as pessoas se importarem com o personagens.

Você pode contar como foram os ensaios? Eu sei que você fez treinamento militar... O que seria algo que deixaria as pessoas muito surpresas em aprender?
Que nós ficamos no personagem... Que nós fomos para o treinamento militar e que treinamos juntos, dormimos juntos, comemos juntos, tomamos banho juntos, enfim, fazíamos tudo juntos. Tudo era compartilhado e tudo era igual para todos. Foi pesado para alguns caras. Alguns deles até choraram. Alguns não aguentaram. Nós tinhamos que confiar e tomar conta uns dos outros. Foram 12 atores que fizeram treinamento militar e quando acabou éramos uma coisa só. Nós tentamos honrar e respeitar a Marinha dos Estados Unidos e os fuzileiros navais, tendo o máximo de eficiência e perfeccionismo, e mostrando que eles são durões. Acho que conseguimos isso. Nós fechamos muitas ruas e estradas para filmar. Então, o que você vê no filme aconteceu de verdade, entende? Temos bombas explodindo, helicópteros caindo em estradas. Às vezes, atirávamos 20 mil balas por dia.

Isso é insano.
Insano! Insano. Como na emboscada em que fomos para uma casa. Nós estávamos em Shreveport ou Baton Rouge, na época filmamos em Louisiana. Nós atiramos 20 mil balas naquele dia. Lá dentro... Foi um dos dias mais divertidos da minha vida. Parecia que tínhamos munição ilimitada. Mas também há emoção neste filme. Há problemas que devem ser resolvidos internamente, como personagens cheios de dúvidas sobre si mesmo, ou vergonha de, certa vez, ter desapontado um grande líder. Um outro oficial perdeu o irmão na guerra e agora tem que enfrentar esses demônios... Há muito mais coisas envolvidas do que somente um filme de guerra alienígena.

Eu tenho que terminar, mas uma rápida pergunta: se você fosse voltar amanhã pra Louisiana, o que você faria por lá?
Hmmm... vejamos... eu vou correr ao redor do lago da Universidade Estadual de Louisiana. Eu gostava de fazer isso quando voltava do trabalho. Eu gostava de Baton Rouge, eu gostava de ir para Nova Orleans ou Shreveport. Talvez eu vá a um jogo de futebol americano no ano que vem...

Muito obrigado e parabéns pelo filme.
Eu que agradeço.

quinta-feira, 24 de março de 2011

In Treatment: Blair Underwood e Melissa George falam sobre a série

Esse vídeo é de 2008 e mostra os atores Blair Underwood (Alex) e Melissa George (Laura) falando um pouco sobre o seriado:





*Fotos desse encontro:



quarta-feira, 23 de março de 2011

Glee - Que série é essa?



Glee é uma série musical criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan. O enredo do seriado gira em torno do Clube de Glee, que ressurgiu devido aos esforços do professor de espanhol Will Schuester. Conta-se histórias sobre os relacionamentos dos membros do clube e do colégio

 
*Elenco:

Jane Lynch como Sue Sylvester
Dianna Agron como Quinn Fabray
Mark Salling como Noah "Puck" Puckerman
Chris Colfer como Kurt Hummel
Amber Riley como Mercedes Jones
Jenna Ushkowitz como Tina Cohen-Chang
Kevin McHale como Artie Abrams
Heather Morris como Brittany Susan Pierce
Naya Rivera como Santana Lopez
Jayma Mays como Emma Pillsbury
Harry Shum Jr. como Mike Chang
Chord Overstreet como Sam Evans
Darren Criss como Blaine Anderson
Jessalyn Gilsig como Terri Schuester
Mike O’Malley como Burt Hummel
Ashley Fink como Lauren Zizes
Max Adler como Dave Karofsky
Dot Marie Jones como Shannon Beiste

*Download:  
*Legendas: 
http://legendas.tv/

*Assistir Online:  

*Sites sobre a série: 
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